Eram 4h da manhã quando chegámos ao Aeroporto Francisco Sá Carneiro no Porto. Não se via vivalma. Ter um aeroporto só para nós é uma sensação estranha. Parecia estarmos sós no mundo, num silêncio desconcertante, como que numa outra dimensão. Ou então era só a privação de sono a limitar-nos…
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