Autor: SolaGasta Em 24 - Janeiro - 2012
Na marina de Monsaraz caminhámos um pouco junto às águas do Alqueva. A digestão da carne de porco à alentejana seria com certeza mais fácil se nos mantivéssemos em movimento…
Chamar marina a uma pequena língua de terra que penetra o grande lago é algo um pouco exagerado se compararmos com outras marinas que todos conhecemos.
Na marina de Monsaraz não existem infra-estruturas de apoio, apenas podemos encontrar algumas empresas que lá têm o seu centro de actividades náuticas, como por exemplo o aluguer de caiaques.
Passeámos por lá, sentindo a tranquilidade das pequenas ondas que o vento baloiçava para terra. Uma ou outra embarcação surgia a espaços no horizonte. O Alqueva é sem dúvida um lago com imensas potencialidades, quer nas suas margens, quer nas suas águas calmas e relaxantes.
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Autor: SolaGasta Em 16 - Janeiro - 2012
Chegámos a Monsaraz quase na hora do almoço. Como aperitivo, vagueámos um pouco pelas ruas da vila, com um olho nas ementas dos restaurantes locais e outro no património histórico que caracteriza a povoação.
As casas caiadas características desta região, conferem-lhe a tranquilidade de outros tempos.
Carne de porco à alentejana (que original!) foi o prato escolhido para nos confortar. As nuvens carregadas que permaneceram durante toda a manhã sob as nossas cabeças, transformavam-se agora em pequenos flocos de algodão, deixando o sol espreitar com muito mais frequência.
Conhecemos a Torre de Menagem e a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Lagoa. Percorremos as ameias do Castelo, deliciando-nos com as paisagens que nos eram oferecidas.
Lá em baixo o Alqueva tomava conta dos campos, formando pequenas ilhas onde outrora existiam montes.
Iríamos agora visitar algumas das povoações que, com a subida das suas águas do Guadiana, ficaram com um lago literalmente à porta de casa.
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2,82 Km
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Autor: SolaGasta Em 8 - Janeiro - 2012
Para além de representar uma aldeia tipicamente alentejana, São Pedro do Corval tem outra característica: é terra de artesãos, mais propriamente de oleiros. Quase a cada porta podemos encontrar uma olaria onde estão expostas as peças produzidas na casa.
A chuva era intensa quando estacionámos à entrada da aldeia. Por entre pingos fomos percorrendo as ruas e descobrindo as maravilhosas artes do barro. Peças para todos os gostos podem ser apreciadas nas diversas olarias que abrem portas a todos os visitantes que por ali passam.
Depois de uma volta pela aldeia seguimos para Monsaraz.
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3,08 Km
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Autor: SolaGasta Em 4 - Janeiro - 2012
Depois de uma noite bem dormida, o dia acordou chuvoso em Reguengos de Monsaraz.
Estacionei na Rua Fernão de Magalhães e dirigi-me para o centro da cidade. Enquanto aguardava a abertura do posto de turismo local, foi numa pastelaria da Praça da Liberdade que tomei o primeiro café do dia.
Contemplando a originalidade da Igreja Matriz mantinha-me abrigado do mau tempo, ansiando também por um rasgo de sol para continuar a caminhada.
Com alguns mapas nas mãos, fornecidos pela simpática funcionária do posto de turismo (de realçar que saí de lá com ideias de actividades e visitas para toda a semana em terras de Alqueva), iniciei a descoberta da cidade.
Segui em direcção ao parque do coreto e passei depois pela Praça de Touros, descobrindo as ruas tipicamente alentejanas de Reguengos.
Cerca 3 kms de marcha depois, parti para São Pedro do Corval – terra de oleiros.
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2,74 Km
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