Emocionante. A palavra é suficiente para descrever o que se passou naquela manhã na Figueira da Foz. |
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| Vídeo | Álbum | Folheto | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Não disponível |
3,79 Km
(linear – ida e volta) |
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| DOWNLOAD GPS (GPX + KML) | ||||||
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Emocionante. A palavra é suficiente para descrever o que se passou naquela manhã na Figueira da Foz. |
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| Vídeo | Álbum | Folheto | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Não disponível |
3,79 Km
(linear – ida e volta) |
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| DOWNLOAD GPS (GPX + KML) | ||||||
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Este pequeno trilho circular, originalmente com cerca de 2,5km, contorna a Lagoa de S. José, na Mata Nacional do Urso. Foi inaugurado a 2 de Outubro de 2007 no âmbito do projecto ECOMATUR – Ecoturismo na Mata Nacional do Urso e tem o seu inicio e fim junto à Guarda do Juncal Gordo. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no Google Maps |
2,72 Km
(circular) |
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| DOWNLOAD GPS (GPX + KML) | ||||||
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Depois de um delicioso arroz de pato e de uns impagáveis momentos entre amigos, fui percorrer as ruas de Lagos, para conhecer mais um pouco desta bonita cidade. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no cm-lagos.pt |
2,28 Km
(circular) |
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| DOWNLOAD GPS (GPX + KML) | ||||||
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As voltas aceleradas da vida fazem-me por vezes protelar aquilo que deveria ser colocado em capital destaque no meu quotidiano, o estar com os amigos. Por comodismo, longas distâncias geográficas ou qualquer outra desculpa parva, dou por mim a intercalar longos períodos de tempo, com o convívio com pessoas que para mim são especiais. Esta ida a Lagos serviu para restabelecer um pouco o equilibrio das coisas. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no Google Maps |
2,35 Km
(circular) |
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| GPS | ||||||
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Já há muito tempo que tenho como projecto pessoal fazer o caminho português de Santiago de Compostela. Queria descobrir “o caminho”, as gentes que o percorrem e as outras que o caminho atravessa, absorver as paisagens e guardar na memória as conversas com desconhecidos, que a cada passo mais, menos o serão. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no Google Earth |
39,54 Km
(linear) |
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| GPS | ||||||
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Ao chegar a Portalegre, estacionámos junto ao famoso Plátano do Rossio e foi percorrendo a Avenida da Liberdade, em direcção ao Centro Histórico, que encontrámos o Posto de Turismo local. Fica na Rua Guilherme Gomes Fernandes e de lá saimos com as melhores indicações para visitarmos a cidade. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver em www.cm-portalegre.pt |
3,21 Km
(circular) |
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| GPS | ||||||
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Após uma semana de chuva constante, o sábado trouxe alguma acalmia e o céu limpo e a temperatura amena criaram as condições ideais para esta caminhada. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver em aldeiasdoxisto.pt |
7,76 Km
(circular) |
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| DOWNLOAD GPS (GPX + KML) | ||||||
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Atrasei-me um pouco em Albufeira e era já final de tarde quando cheguei a Paderne. A cerca de 1 km da aldeia, encontrei a placa com indicação do percurso pedestre (ver imagem acima) e estacionei. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver em ccdr-alg.pt |
3,41 Km
(linear) |
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| GPS | ||||||
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Depois do Percurso de Interpretação da Praia Grande, na Lagoa dos Salgados, dirigi-me para a cidade de Albufeira. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver em cm-albufeira.pt |
4,81 Km
(circular) |
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| GPS | ||||||
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O Algarve é muito mais do que as suas magníficas praias. Muito mais existe para descobrir para além de extensos areais, um mar de águas quentes, hotéis e condomínios luxuosos. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver em ccdr-alg.pt |
3,59 Km
(circular) |
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| GPS | ||||||
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Estava um frio de rachar naquela manhã. Cheguei cedo ao Caramulo e após pedir algumas informações no Posto de Turismo, encaminhei-me para o Caramulinho, o ponto mais alto da Serra, onde teria início o PR4-TND – Rota dos Caleiros. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Descarregar Mapa (www.cm-tondela.pt) |
9,09 Km
(circular) |
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| GPS | ||||||
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O pequeno almoço, composto por torradas e um galão, soube muito bem após uma noite tranquila e bem dormida. O fim de semana entre amigos no Parque de Campismo CAMPIMECO estava agora no segundo dia e antes de regressar a casa, ainda restavam algumas horas para esticar as pernas na Lagoa de Albufeira, culminando depois com um almoço de chocos fritos em Setúbal. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão |
| Ver no Google Maps |
Não disponível
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Não disponível
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| GPS | |||||
| Não disponível | |||||
As condições atmosféricas no Cabo Espichel, naquela tarde, não eram as mais favoráveis. O vento soprava forte nas falésias enquanto aguardava pela chegada de alguns amigos de outras aventuras. Combinámos um fim de semana de convívio no Parque de Campismo CAMPIMECO com umas caminhadas à mistura. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Descarregar Mapa (visit.sesimbra.pt) |
5,15 Km
(circular) |
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| GPS | ||||||
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Nota: Para mais informações, visite visit.sesimbra.pt
Cheguei a Tróia ao final da tarde. Não pude deixar de sentir a sensação de estar a invadir um condomínio privado ou um resort de luxo. Os jardins bem tratados ladeavam a estrada que me levava até à ponta da língua de areia, onde se ergue a localidade de Tróia. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no Google Maps |
1,30 Km
(circular) |
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| GPS | ||||||
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A Lagoa de Melides, no concelho de Grândola, fica junto à praia com o mesmo nome e, especialmente durante os dias quentes de Verão, é um local de “romaria” com muitos veraneantes a aproveitar a beleza do local para passar umas horas de descanso. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no Google Maps | Não disponível |
Não disponível
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| GPS | ||||||
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O “PR1 – Vereda de Brescos” está integrado nos percursos assinalados de Santiago do Cacém. É um percurso circular com cerca de 11 quilómetros e que tem o seu início e fim no Parque de Campismo da Lagoa de Santo André. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no Google Maps |
9,57 Km
(circular) |
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| GPS | ||||||
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A cerca de 15 km de Santiago do Cacém encontrei o Parque de Campismo da Lagoa de Santo André. Foi desde lá que parti para dois dias de descoberta de mais uma belíssima região que em Portugal podemos e devemos visitar: a Lagoa de Santo André. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no Google Maps |
2,39 Km
(linear – ida e volta) |
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| GPS | ||||||
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A manhã foi passada a percorrer os trilhos do Badoca Safari Park. Fica em Vila Nova de Santo André, no concelho de Santiago do Cacém, e em cerca de 90 hectares podemos conhecer cerca de 600 animais selvagens correspondentes a 75 espécies diferentes. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no badoca.com |
7,85 Km
(circular – incluindo Safari em comboio turístico) |
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| GPS | ||||||
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Foi na Nazaré, com uns berbigões de cebolada, que terminei o dia. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no cm-nazare.pt |
2,78 Km
(linear – ida e volta) |
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| GPS | ||||||
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Naquela manhã solarenga e fria, fui à procura do Buddha Eden Garden. As indicações que tinha não eram muitos precisas mas como “quem tem boca vai a Roma”, lá consegui encontrar a Quinta dos Loridos, no Carvalhal, onde se situa o jardim. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no Google Maps |
3,44 Km
(circular) |
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| GPS | ||||||
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Nota: Para mais informações ver www.buddhaeden.com
A chuva não parava de cair. O sol sorria a espaços originando uma multiplicidade de arco-iris com diferentes graus de intensidade, à medida que diminuía a distância até S. Domingos de Carmões. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
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14,49 Km
(circular) |
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| GPS | ||||||
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A tarde em Santiago do Cacém foi bem aproveitada. Iniciei a caminhada na zona baixa da cidade em direcção ao Centro Histórico.
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no Google Maps |
3,69 Km
(linear – ida e volta) |
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| GPS | ||||||
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Depois de chegar a Vila Nova de Santo André e de me instalar num turismo rural bem simpático, pedi algumas informações na recepção sobre locais para caminhar na região. A primeira sugestão foi o percurso que nos leva à Praia do Porto das Carretas. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no Google Maps |
6,85 Km
(linear – ida e volta) |
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| GPS | ||||||
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A caminho de Santo André onde iria passar uns dias de descanso, fiz uma pausa na vila de Grândola, distrito de Setúbal, para almoçar e esticar um pouco as pernas. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no Google Maps | Não disponível |
Não disponível
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| GPS | ||||||
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Cheguei já tarde para quem ainda vai iniciar um percurso pedestre. Eram quase onze da manhã quando estacionei o carro na aldeia de Santa Combinha e o calor já se fazia sentir com alguma intensidade. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
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4,44 Km
(circular) |
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| GPS | ||||||
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Gondesende é uma pequena freguesia do concelho de Bragança. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
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0,90 Km
(linear – ida e volta) |
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| GPS | ||||||
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Vinhais tem as características invejáveis de uma localidade transmontana: boas gentes, uma saborosa gastronomia e belas paisagens. De tudo um pouco pude comprovar nesta visita à vila sede de concelho, pertencente ao distrito de Bragança. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no Google Maps |
1,11 Km
(circular) |
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| GPS | ||||||
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Este percurso pedestre ao pólo da Ciradelha, tem o seu inicio no Parque Biológico de Vinhais. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
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3,25 Km
(linear – ida e volta) |
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| GPS | ||||||
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O Parque Biológico de Vinhais, localizado em pleno Parque Natural de Montesinho, oferece aos seus visitantes um contacto próximo com a diversidade de fauna e flora autóctones permitindo assim um agradável passeio pedestre para toda a família. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no Google Maps |
1,38 Km
(circular) |
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| GPS | ||||||
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Nota: Mais informações sobre o Parque Biológico de Vinhais em: www.parquebiologicodevinhais.com
Esta pequena caminhada na aldeia de Montesinho, uma aldeia tipicamente transmontana situada em pleno Parque Natural de Montesinho, foi bastante agradável, apesar de atribulada. Saí de Bragança ainda ensonado e só quando cheguei a Montesinho é que percebi que a carteira tinha ficado na pousada. A ideia inicial de tomar um café pela aldeia e comprar água para uma caminhada mais longa ficou assim sem efeito. Restou-me passear um pouco, entre casas e ruas de pedra, sentindo o pulsar de um refrescante acordar na serra. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no Google Maps |
0,88 Km
(circular) |
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| GPS | ||||||
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Foi depois de me instalar na Pousada de Juventude que parti à descoberta da cidade de Bragança. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no Google Maps |
6,96 Km
(circular) |
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| GPS | ||||||
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Ouvi dizer que em São João das Arribas, na freguesia de Paradela em Miranda do Douro – a mais oriental freguesia do território nacional – somos brindados com umas vistas privilegiadas sob o Douro Internacional. Assim sendo, não podia deixar passar a oportunidade de o comprovar. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no Google Maps |
3,00 Km
(linear – ida e volta) |
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| GPS | ||||||
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O Parque Urbano do Rio Fresno é um local propício para a realização de uma caminhada suave e tranquila. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no Google Maps | Não disponível |
Não disponível
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| GPS | ||||||
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Do centro da vila de Vimioso, caminhei para este seguindo as placas com indicação de “Atalaia”. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
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2,98 Km
(linear – ida e volta) |
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| GPS | ||||||
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Cheguei à pacata aldeia de Algoso a meio da manhã, já o sol ia alto e bem quente. No café vizinho da Igreja Matriz aproveitei para me refrescar com uma garrafa de água, enquanto escutava o silêncio das ruas carregadas de lendas e história. Ao meu lado, um fiel amigo repousava também na tímida sombra das plantas ornamentais que limitavam aquela esplanada. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
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3,25 Km
(linear – ida e volta) |
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| GPS | ||||||
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Este percurso pedestre denominado “O Douro a seus pés” tem inicio junto à antiga Pousada de Santa Catarina e termina no antigo edifício da Alfândega. Se originalmente termina aí o tapete sintético, eu prolonguei um pouco mais a caminhada até ao cais fluvial, percorrendo o resto do caminho em asfalto, na berma da estrada, que segue até à barragem. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no Google Maps |
5,33 Km
(linear – ida e volta) |
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| GPS | ||||||
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Miranda do Douro foi a localidade escolhida para pernoitar nos primeiros dias da descoberta de Trás-Os-Montes. Localizada na margem direita do rio Douro, num magnífico planalto, a cidade transborda beleza em toda a sua envolvente. As primeiras impressões são quase sempre as mais importantes e a minha de Miranda foi bastante positiva. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
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2,29 Km
(circular) |
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| GPS | ||||||
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Ver mais informação no website da Junta de Freguesia de Miranda do Douro
Vila Nova de Foz Côa é conhecida pelas gravuras rupestres que o homem paleolítico fez chegar até aos nossos dias. Estas inscrições na pedra, constituem o maior museu de arte rupestre ao ar livre, sendo hoje considerado Património da Humanidade. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no Google Maps | Não disponível |
2,67 Km
(circular) |
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| GPS | ||||||
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A caminho de Miranda do Douro, local onde iria iniciar a minha descoberta de Trás-Os-Montes, parei em Trancoso. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no Google Maps |
1,76 Km
(circular) |
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| GPS | ||||||
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Foi do Parque de Campismo da Fraguinha que parti para o início de mais uma caminhada. Este foi o local de repouso escolhido em mais um fim de semana passado entre amigos. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
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8,37 Km
(linear – ida e volta) |
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| GPS | ||||||
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Ver mais informações no website da Câmara Municipal de Arouca
Este percurso foi realizado no Retiro da Fraguinha – um Parque de Campismo Rural no concelho de São Pedro do Sul – e pelos trilhos nas suas proximidades. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no Google Maps |
1,03 Km
(linear) |
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| GPS | ||||||
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Para mais informações sobre o Retiro da Fraguinha, aceder AQUI
Parei em Viana do Castelo para almoçar e regalar-me com as afamadas bolas de berlim para sobremesa. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no Google Maps |
3,83 Km
(circular) |
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| GPS | ||||||
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Em Vila Praia de Âncora respira-se mar. De facto, para onde quer que se desvie o olhar, o mar é sempre o denominador comum em actividades como a pesca ou o turismo. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no Google Maps |
2,05 Km
(circular) |
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| GPS | ||||||
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Em Caminha fiz um pequeno percurso pela zona histórica, tomando contacto com a sua Fortaleza, os seus monumentos, igrejas e restante património urbano. Subi ao Miradouro da Boavista, situado junto às muralhas da Fortaleza, onde se tem uma vista privilegiada sobre Caminha e a foz do rio Minho. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
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3,11 Km
(circular) |
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| GPS | ||||||
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Foi na Pousada da Juventude de Vila Nova de Cerveira que assentei para mais esta descoberta do norte português. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
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3 Km
(circular) |
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| GPS | ||||||
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Foi a caminho de Vigo, para uns curtos dias de férias, que parámos em Valença para um café e uma caminhada. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
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2,88 Km
(circular) |
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| GPS | ||||||
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Nota: Para mais informações, visite www.cm-valenca.pt
O Europaradise é o fruto do amor comum de um casal pelos animais e a natureza que os rodeia. É assim que nos é apresentado logo à entrada e efectivamente foi isso que observámos. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no Google Maps |
2,41 Km
(circular) |
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| GPS | ||||||
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Avis era a última paragem antes do regresso definitivo a casa. O Alentejo ficava agora para trás. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
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Não disponível |
Não disponível
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| GPS | ||||||
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A visita a Juromenha deixou-me triste. A sua Fortaleza é o exemplo concreto do estado em que muito do nosso património histórico se encontra. Entregue à sua triste sorte enfrenta a apatia das entidades responsáveis que nela parecem não depositar esforços com vista à sua recuperação. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no Google Maps |
Não disponível |
Não disponível
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| GPS | ||||||
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No último dia de visita ao Alentejo, foi já a caminho de casa que parámos no Alandroal para o café da manhã. A bonita vila foi o primeiro destino escolhido neste último dia de descoberta alentejana. Depois de munidos com o mapa da vila, fornecido no Posto de Turismo local, percorremos as ruas estreitas e explorámos as muralhas do castelo. Encontrámos o conforto de um café quente numa pequena e acolhedora pastelaria. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
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Não disponível |
Não disponível
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| GPS | ||||||
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A hora de almoço estava próxima e depois de abrir o apetite no passeio de barco pela albufeira do Alqueva, Portel foi a localidade escolhida para saborearmos a gastronomia alentejana. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no Google Maps |
Não disponível |
Não disponível
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| GPS | ||||||
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Foi na marina da Amieira, concelho de Portel, que numa manhã fresca de Primavera iniciámos este passeio. Apesar de ser um passeio de barco e não se enquadrar muito com os percursos pedestres disponibilizados no SOLA GASTA, não poderia deixar de o descrever. É sempre uma boa alternativa para quem quer visitar o Alqueva e deixar-se vislumbrar com as suas belezas. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no Google Maps |
Não disponível |
Não disponível
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| GPS | ||||||
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A Aldeia da Estrela vive de braço dado com as águas do grande lago da barragem de Alqueva. Neste contacto permanente, a aldeia dinamiza um sem número de actividades como por exemplo a canoagem, a vela, o ski e a pesca. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no Google Maps |
Não disponível
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Não disponível
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| GPS | ||||||
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Com a subida das águas do Alqueva, a original aldeia da Luz está hoje submersa. Com ela muitas memórias se perderam, ruas onde outrora crianças corriam, longas conversas nas esquinas das casas caiadas de branco… |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no Google Maps |
2,00 Km
(linear) |
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| GPS | ||||||
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Nota: O ficheiro .kml não está completo devido a problemas técnicos no aparelho de GPS.
Saindo de Monsaraz e seguindo a Estrada Nacional 256 para Este, rapidamente chegámos a Mourão. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no Google Maps |
2,02 Km
(linear) |
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| GPS | ||||||
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Na marina de Monsaraz caminhámos um pouco junto às águas do Alqueva. A digestão da carne de porco à alentejana seria com certeza mais fácil se nos mantivéssemos em movimento… |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no Google Maps |
0,72 Km
(linear) |
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| GPS | ||||||
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Chegámos a Monsaraz quase na hora do almoço. Como aperitivo, vagueámos um pouco pelas ruas da vila, com um olho nas ementas dos restaurantes locais e outro no património histórico que caracteriza a povoação. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no Google Maps |
2,82 Km
(circular) |
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| GPS | ||||||
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Para além de representar uma aldeia tipicamente alentejana, São Pedro do Corval tem outra característica: é terra de artesãos, mais propriamente de oleiros. Quase a cada porta podemos encontrar uma olaria onde estão expostas as peças produzidas na casa. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no Google Maps |
3,08 Km
(circular) |
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| GPS | ||||||
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Depois de uma noite bem dormida, o dia acordou chuvoso em Reguengos de Monsaraz. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
| Ver no Google Maps |
2,74 Km
(circular) |
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| GPS | ||||||
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Caminhar pelo Centro Histórico de Évora é como regressar ao passado. A cidade conserva toda a sua memória dando a conhecer outros tempos, através das edificações presentes ao virar de cada esquina. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
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4,69 Km
(circular) |
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| GPS | ||||||
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Montemor-o-Novo pareceu-nos um bom local para a breve pausa do almoço. As suas afamadas bifanas colocaram a cidade na nossa rota ao Alentejo. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
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3,69 Km
(circular) |
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| GPS | ||||||
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Foi a caminho do Alentejo que fizemos uma breve pausa em Coruche. Serviu para esticar um pouco as pernas e retemperar energias com um café quentinho. Era manhã cedo e a pequena caminhada que fizemos soube muito bem. Iniciámos o percurso junto à Igreja Matriz, seguindo pela Rua de São Pedro em direcção à Praça da Liberdade onde pudemos observar o Pelourinho. Continuámos, descendo a vila até à Praça de Touros. Passeámo-nos pela margem do rio Sorraia e regressámos pela Rua do Couço, Rua dos Bombeiros Municipais, Rua de Olivença e Rua de Santarém. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
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2,44 Km
(circular) |
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| GPS | ||||||
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![]() “O percurso pedestre da Pateira ao Águeda foi o primeiro trilho a ser implementado (PR1), e devidamente sinalizado, no concelho de Águeda. Este percurso pedestre de pequena rota (PR) decorre por caminhos e veredas das freguesias de Óis da Ribeira e Espinhel (concelho de Águeda), junto àquela que é considerada a maior lagoa natural da Península Ibérica – a Pateira de Fermentelos –, e ao rio onde desagua, o Águeda. Sendo em circuito, pode ser iniciado em qualquer dos sítios por onde passa, muito embora se recomende que o ponto de partida seja junto à Pateira de Fermentelos, no Parque de Espinhel ou no Parque de Óis da Ribeira.” Iniciámos o percurso no Parque da Pateira em Óis da Ribeira. Pusemo-nos ao caminho, após breve observação do mapa presente no parque. |
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| Vídeo | Álbum | Mapa | Onde ficar | Perfil | Extensão | |
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11,43 Km
(circular) |
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| GPS | ||||||
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Para mais informações: www.cm-agueda.pt
A cidade de Aveiro desperta em mim a cada visita, sentimentos intemporais de saudade, amizade e a tal felicidade que valorizamos apenas quando as agulhas da vida mudam de direcção. |
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4,08 Km
(circular) |
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Para mais informações: www.aveiro.eu
Um dos maiores problemas com que nos deparamos na preparação de uma caminhada é a escolha do alojamento onde ficar.
Hotéis, Pensões, Residenciais, Turismo rural, Pousadas, “Hostals”, Parques de Campismo, etc…um vasto número de alternativas e ofertas com que somos inundados, desde os inúmeros websites temáticos existentes, cada um com os seus preços, promoções e extras, que tornam o planeamento do nosso descanso um pouco demorado e extenuante.
A pensar nestas situações, existe um espaço online criado para agilizar todo o processo de escolha do seu alojamento.
Em http://hoteis.solagasta.com pode escolher os alojamentos mais baratos e em qualquer parte do mundo para onde vá viajar.
Com uma aplicação que compara o preço dos quartos em vários websites de referência pode assim optar pelo alojamento ideal de uma forma mais prática e célere.
A reserva é efectuada no próprio website de referência. O Sola Gasta apenas o ajuda a encontrar a melhor oportunidade/preço para o alojamento e local que pretende.
Aceda já a http://hoteis.solagasta.com e comprove por si mesmo.
Foi já a caminho de casa, depois de um fim de semana na Serra da Estrela, que fizemos uma breve paragem para esticar as pernas nos Moinhos de Gavinhos. |
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GPS | |
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Ver Google Maps | Não disponível | Não disponível |
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Notas: Para mais informações ver www.folgosinho.com
O plano inicial era percorrer o PR1 – “Rota dos Galhardos” mas devido ao agravar das condições climatéricas, fomos obrigados a adaptar a agenda e assim, para evitar “males maiores”, fizemos uma pequena caminhada pela vila de Folgosinho. |
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1,85 Km
(circular) |
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Notas: Para mais informações ver www.casasfolgosinho.com e www.folgosinho.com
Após a penosa subida da Torre (ver artigo anterior) seguimos para Manteigas. |
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Extensão |
GPS | |
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1,68 Km (circular) |
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Notas: Para mais informações ver www.manteigastrilhosverdes.com
Iniciámos a subida junto à Estância Vodafone onde deixámos o automóvel. Não era definitivamente o melhor dia para caminhar pois as condições climatéricas não permitiam grandes aventuras. Nevoeiro, frio, vento, neve e chuva, muita chuva foi o que encontrámos no dia escolhido para visitar a Torre. Ainda assim, decidimos percorrer cerca de 4 km nestas condições tão adversas. Nota: Devido ao mau tempo e para proteger o equipamento, as fotografias e vídeos são escassas mas ainda assim são uma pequena mostra do que por lá encontrámos. |
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GPS | |
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Google Maps |
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4,08 Km (linear – ida e volta) |
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No Parque dos Poetas em Oeiras para além de podermos juntar o exercício físico ao convívio com amigos e familiares, podemos também aprender (ou reaprender) sempre um pouco. Na pior das hipóteses, deixar que a curiosidade nos desperte de novo o interesse nos nossos grandes poetas. |
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Extensão |
GPS | |
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760 m (circular) |
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Nota: Para mais informações sobre Oeiras, visitar: www.cm-oeiras.pt e “Arquitectura e Urbanismo”
Num domingo soalheiro foi na Marina de Oeiras que decidimos esticar um pouco as pernas. Após um delicioso almoço num dos muitos restaurantes disponíveis para o efeito, fizemos uma curta caminhada pelas margens da foz do Tejo, observando a diversidade de embarcações ali atracadas. |
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760 m (linear) |
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Nota: Para mais informações sobre Oeiras, visitar: www.cm-oeiras.pt
Um dos maiores prazeres da vida reside no simples facto de estar com amigos. |
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Extensão |
GPS | |
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3,60 km (circular) |
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Nota: Para mais informações sobre Oeiras, visitar: www.cm-oeiras.pt
Foi já no regresso a casa que parámos em Porto de Mós para conhecer a vila e o peculiar Castelo. |
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Extensão |
GPS | |
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1,86 km (circular) |
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Chegámos cedo a Cabeço das Pombas e foi junto ao café da aldeia que iniciámos o PR3 (PMS) – Lapa dos Pocilgões (Porto de Mós).
O percurso pedestre, pertencente à rede de percursos pedestres do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, é fácil mas com uma sinalização manifestamente insuficiente. A uma dada altura a intuição e o sentido de orientação foram os nossos melhores amigos para tentar regressar ao trilho “assinalado”. Atravessando o Campo de Lapiás, formações típicas de relevos cársticos, dignas de registo e prolongada observação, entrámos em caminhos agrícolas e terrenos pastorícios, indiciando uma forte componente desta actividade na região. A desorientação e o desconhecimento da zona não permitiram a visita à Lapa dos Pocilgões. A “Lapa” é um fenómeno típico das zonas calcárias, muitas vezes associado a antigas estruturas de escoamento subterrâneo de águas, usadas também pelo homem desde a pré-história como habitação, abrigo e local de sepultura dos mortos.Regressámos à aldeia, agora pela extremidade oposta à do inicio do percurso, percorrendo a etapa final do trilho no antigo núcleo da povoação onde ainda era visível em algumas antigas habitações, a “loja”, dependência no piso térreo onde os animais dormiam. Seguimos caminho para uma visita à vila de Porto de Mós e ao seu peculiar castelo. |
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3,85 km (circular) |
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Após um intenso dia de descoberta nas Serras de Aire e Candeeiros, percorrendo as encostas da Fórnea e explorando as imensas galerias das grutas no subsolo, a noite foi tranquila. Após um delicioso jantar na “Tasca da Ti Maria dos Queijos”, a digestão foi feita com uma ligeira caminhada pelas ruas da aldeia de Alvados.
“Segundo tradição local, o topónimo provém de Albardos, sua primeira designação, e esta de albardar. Conta-se, que D.Afonso Henriques teria pernoitado com as suas tropas neste lugar, hoje chamado Alvados. A certa altura, recebeu notícias sobre os mouros, seus inimigos, e deu ordem para “albardar” (pôr albardas nos animais), rumo a Arrimal . Assim se começou a chamar a esta povoação Albardos. Albardos provém do árabe “al barde”, com o significado de coisa fria ou áspera.”
in “www.freguesia-alvados.pt“Na aldeia encontramos a Igreja Matriz, uma das mais antigas da diocese de Leiria, e no seu adro, o cruzeiro.
Regressámos à Pousada da Juventude para o merecido descanso.
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Extensão |
GPS | |
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(não disponível) |
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1,28 km |
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Se as Grutas de Mira de Aire são as mais imponentes e as de Alvados as mais intimistas, as Grutas de Santo António são talvez as mais românticas, as que mais alimentam o nosso imaginário.
Foi nelas que decidimos fechar esta tarde passada no subsolo da Serra de Aire e Candeeiros.
Chegámos a umas instalações desertas onde outrora deveria ter funcionado um café, um restaurante e várias lojas, talvez de artesanato e outros “souvenirs”. Hoje encontrámos tudo encerrado num desalento e abandono inquietantes.
Descobrimos a bilheteira com a ajuda de umas discretas indicações. O guia tinha acabado de descer com um grupo de turistas, pelo que guardámos os bilhetes no bolso e ansiámos pelo seu retorno.
Entretanto, mais alguns companheiros se juntaram a esta espera.
Com a chegada do guia, de imediato percebemos que, mais do que alguém que nos indicasse o caminho, tínhamos à nossa frente um experiente contador de histórias e porteiro da imaginação. Abriu-nos portas do nosso imaginário enquanto ao som das suas palavras desbravávamos as galerias das grutas.
Foram descobertas em 1955 por um menino de 5 anos que, seguindo o voo agitado de uma “gralha” pelo meio da vegetação rasteira, deu com a entrada de um “algar”, com vários metros de profundidade, onde este pássaro característico da região se refugiou.
Após insistência do rapaz que pediu ajuda a um grupo de trabalhadores de uma pedreira próxima, onde trabalhava o seu pai, desceu até ao fundo do desconhecido “algar”, através de cordas e caixas de fósforos, encontrando aí um novo mundo subterrâneo composto por formações naturais calcárias, com contornos e transparências nunca por ele antes vistas.
Com um percurso de 293 metros, nos seus corredores e galerias deixámos a imaginação voar. As formações rochosas assumiam formas peculiares que assemelhávamos, entre outras coisas, a animais e partes do corpo humano.
Regressámos à Pousada da Juventude de Alvados para uma noite tranquila com um passeio pela vila.
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293m |
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Para mais informações, aceder a: www.grutassantoantonio.com
Após a visita às Grutas de Mira de Aire, seguimos para Alvados. Ao chegar ao complexo das grutas deparámo-nos com umas instalações que sentiram visivelmente a passagem do tempo pelas suas paredes. Pensámos que talvez estivessem encerradas.
A um olhar mais atento descobrimos um balcão e, por detrás deste, dois funcionários. Entrámos e comprámos os bilhetes que nos dariam acesso a uma visita guiada pelas Grutas de Alvados. Na vitrine, algumas peças de artesanato local, livros e folhetos turísticos da região preenchiam os espaços vazios. Nas nossas costas um pequeno bar servia de apoio aos visitantes. Informaram-nos que não serviam refeições nem petiscos pelo que, enquanto aguardámos pela hipotética chegada de mais alguns interessados “exploradores” (para optimizar o tempo do guia, o que compreendemos perfeitamente), entretemo-nos com alguns snacks e sandes que trazíamos na mochila desde manhã.
Infelizmente e durante o tempo de espera mais ninguém apareceu. Assim sendo, iniciámos a visita e uma conversa interessantíssima a cada passo dado. Foi um descobrir de histórias, sentimo-nos verdadeiros espeleólogos, experientes exploradores do subsolo, vasculhando entre galerias estreitas e túneis claustrofóbicos, captando atentamente toda a informação possível.
Histórias que percorreram o nosso imaginário, como a de um veado que caiu por uma abertura no tecto da gruta e ali ficou, no centro da maior galeria, petrificado para todo o sempre. A formação calcária assim o diz.
Estas grutas, com uma beleza completamente diferente das de Mira de Aire, têm connosco uma relação de maior proximidade. Ao explorar os seus recantos sentimo-nos como que fazendo parte daquelas paredes de cores quentes.
Embora menos imponentes do que as de Mira de Aire, não deixam por isso de ser belas e de merecer uma visita. Sinceramente.
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| (não disponível) | ![]() |
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Para mais informações, aceder a: www.grutasalvados.com
A hora da visita guiada aproximava-se. Já com o bilhete irrequieto na mão, preparava-me para dar inicio à visita às Grutas de Mira de Aire.
Situadas no Parque Natural das Serras de Aires e Candeeiros estas grutas foram descobertas em 1947 e ainda hoje continuam a decorrer expedições em galerias e canais inexplorados. É uma constante descoberta a que se observa nestes labirintos subterrâneos.
Após um breve vídeo de apresentação sobre as grutas e o parque natural envolvente, iniciei o percurso pelo trilho aberto ao público das Grutas de Mira de Aire. Inserido num grupo com cerca de 20 pessoas, a caminhada foi acompanhada com pormenorizadas descrições das galerias que ia desvendando a cada passo dado.
A imensidão e grandiosidade das grutas é realmente impressionante. Com cerca de 11 km de extensão de galerias conhecidas, apenas cerca de 600 metros estão abertos ao público.
Enquanto descia a uma profundidade de 110 metros tentava captar todas as cores e relevos das paredes calcárias. Estalactites, estalagmites e colunas esculpidas, ao longo dos anos, pela água em contacto com estas paredes sobressaem por toda a parte, resultando em belos conjuntos artísticos, como que nascendo com aprumo e perfeição das mãos do melhor escultor.
A última secção do percurso é talvez a mais artificial e humanizada, onde repuxos e fontes de várias cores e formas dão as despedidas aos seus visitantes.
Daí a pouco regressei à luz do dia, deixando para trás este mundo encantado.
Para mais informações sobre as grutas, visitar: www.grutasmiradaire.com
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(não disponível) |
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Foi na Pousada da Juventude de Alvados que dei entrada naquele final de tarde de sexta-feira. Pela frente tinha planeado uns dias repletos de actividades pedestres. Estava no Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros e iria aproveitar cada minuto para o conhecer melhor.
Check-in feito enquanto lá fora, a noite cobria de negro os montes que pintavam a janela do meu quarto .
Apesar das elevadas expectativas que tinha em relação às actividades pedestres que iria realizar, a primeira aventura foi mesmo gastronómica.
Em cada local visitado procuro descobrir aqueles recantos mais típicos, que retratem da forma mais fiel possível as raízes e cultura de uma região. Assim, com o aproximar da hora do jantar, dirigi-me à aldeia do Livramento, à procura da “Tasca da Ti Maria dos Queijos”.
Encontrei um espaço acolhedor onde cada petisco é cuidadosamente preparado para nos confortar, deixando-nos uma sensação de bem estar e saciedade que, no meu caso, se prolongou pelo resto do fim de semana. Os queijos caseiros confeccionados pela “Ti Maria” foram degustados quer como entrada quer como sobremesa…ao mesmo tempo umas boas-vindas e uma despedida de tão deliciosa refeição.
Regressei à Pousada para uma noite de descanso.
Aos primeiros raios de sol de sábado estava já junto ao Café da Bica em Alcaria (na estrada que liga Porto de Mós a Alvados) onde iniciei o PR6 (PMS) – Percurso Pedestre da Fórnea.
A Fórnea “trata-se de uma magnífica estrutura em anfiteatro com cerca de 500m de diâmetro e 250m de altura, corresponde à cabeceira encaixada do Ribeiro da Fórnea escavado em calcários margosos e margas do Jurássico Inferior a que se sobrepõe os calcários do Jurássico Médio.” – in ICNB
O trilho inicia-se por um caminho de terra batida, entre terras de cultivo, oliveiras e figueiras, acompanhando o Ribeiro da Fórnea que nesta altura do ano estava com muito pouco caudal.
Deixando as terras agrícolas para trás encontramos, no inicio da subida para a Cova da Velha, uma pequena cascata para nos refrescar antes da íngreme subida.
A Cova da Velha é uma pequena gruta na vertente da Fórnea com uma nascente de baixo caudal que vai alimentar o Ribeiro da Fórnea. Existem várias nestas escarpas mas esta é talvez a mais importante. O acesso é feito por um pequeno trilho com alguma instabilidade pelo que nesta fase deveremos ter cuidados redobrados.
Após visita à Cova da Velha, o regresso é feito pelo mesmo caminho até Alcaria num total de cerca de 4 km (ida e volta) com um grau de dificuldade média/baixa.
Segui caminho para uma tarde passada debaixo de terra. As Grutas de Mira de Aire, Alvados e Santo António preencheram o resto do meu dia. Nos próximos posts descreverei essas experiências “underground”.
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No cimo de um monte com os campos do Mondego aos seus pés, Verride é vila e freguesia do concelho de Montemor-o-Velho.
Com a torre da igreja a sobressair dos telhados da povoação, nos campos são os cereais, o vinho e os pomares quem mais ordenam.
A caminhada começa no Largo Dr. Alves Guardado, em direcção às ruínas da Capela de Santo António do Cardal. Ruínas porque o que hoje infelizmente resta da antiga capela é apenas parte da fachada que outrora acolheu os fiéis. Após anos de abandono, o tempo e alguns actos de vandalismo deixaram a capela num estado em que é fácil prever o seu fim. O completo desaparecimento.
Continuei em direcção ao lugar de Outeiro da Moura. Situado num pequeno monte a norte de Verride, é constituído por pouco mais do que uma dezena de habitações. Recentemente recebeu obras de melhoramento com a construção de um pequeno jardim e espaço de lazer. Perto deste podemos ainda encontrar vestígios da sua história recente como por exemplo um conjunto de pedras onde até há pouco tempo atrás se ferravam os burros.
O regresso foi feito pela Quinta da Almiara, um espaço com enormes potencialidades turísticas mas deixado à sua sorte, abandonado como tantos outros neste país.
Entrando na estrada asfaltada e após uma íngreme subida, encontro-me novamente já dentro da vila. Passando pela Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, rapidamente chego ao ponto de partida terminando assim esta simpática caminhada de 4,3 km, em percurso circular, por terras do Baixo Mondego.
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Com cerca de 3 Km de extensão, este é um percurso fácil, acessível a todos e desenvolve-se pelo passadiço de madeira da praia de Quiaios.
A norte da Figueira da Foz, esta praia é caracterizada por uma grande extensão dunar, que, para além de proteger a povoação da força do mar, tem presente uma biodiversidade própria que importa preservar.
Com condições propícias à pratica de modalidades desportivas que combinem o mar com o vento, não é invulgar encontrar por estas paragens atletas que aqui aproveitam para treinar ou apenas divertir-se.
Naquele final de tarde melancólico repousei os olhos num mar calmo, que convidava o sol a descansar no seu leito.
A Serra da Boa Viagem olhava ao longe os meus passos. A temperatura, apesar de amena, não permitia o verdadeiro desfrute do mar. Talvez um outro dia merecesse um mergulho gelado nas suas águas.
Segui caminho. Na marginal junto à praia, os estores fechados rotulavam as habitação com alguma desolação sazonal. A maior parte delas apenas conhecia a alegria dos seus habitantes durante alguns dias no Verão, para durante os restantes meses do ano encontrarem a solidão nos seus estores fechados.
O sol tímido surgia a espaços entre as nuvens, provocando uma chama de cor laranja intensa que ofuscava quando reflectida no mar.
As casas assumiam agora cores quentes antes do breu da noite. E foi apenas quando esta caiu que regressei a casa.
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Foi na freguesia de Ferreira-a-Nova, concelho da Figueira da Foz, que descobri naquela tarde de sábado a Lagoa das Queridas.
Perto da povoação com o mesmo nome, esta lagoa nasceu de um pequeno lado, aquando da retirada excessiva de terras, que foi deixado ao abandono durante anos.
Com a ajuda da mãe natureza e com o passar dos tempos, transformou-se numa lagoa de beleza invulgar onde podemos observar uma biodiversidade pouco habitual na zona.
É hoje protegida e cuidada pela Junta de Freguesia de Ferreira-a-Nova, como sendo um dos ex-libris da freguesia.
Antes da recuperação chegou a ser zona de pesca e as suas águas utilizadas na rega dos campos de cultivo que a circundam.
Este trilho desenvolve-se ao seu redor.
Ao primeiro passo dado fui surpreendido pela companhia de patos e gansos que iludidos, esperando talvez um suculento pedaço de pão, ainda me acompanharam, lado a lado, algumas dezenas de metros. Em ruidosos grasnares foram perdendo aos poucos as esperanças, as expectativas iniciais e por último, a motivação para a inesperada caminhada. Um após o outro, regressaram às águas em silêncio.
Continuei pelo parque de lazer, um local com infraestruturas adequadas para um piquenique bem passado em família ou com amigos.
Um pitoresco moinho vigia as águas numa serenidade acolhedora. Como que dando as boas vindas a quem por ele passa. Regressei ao ponto de partida pensando já no churrasco que um dia, obrigatoriamente, voltarei para fazer.
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A praia do Cabedelo na Figueira da Foz é hoje conhecida internacionalmente pela qualidade das suas ondas para a prática de vários desportos aquáticos.
Foi aqui que iniciei a caminhada bem cedo, aproveitando a brisa que se fazia sentir fresca na face ainda meio adormecida. O perfume a maresia tem em mim um certo efeito sedativo, relaxante. É o perfume a casa, o sentido de regresso às origens.
Atravessando as dunas pelos passadiços de madeira, observo ao longe todas as actividades que o mar tinha para oferecer naquela manhã. Surfistas, bodyboarders e kitesurfers aproveitavam ao máximo as ondas que ao largo se formavam. Deslizavam com mestria, moldando as paredes de água salgada que se erguiam em movimento contínuo.
Os passadiços transformaram-se em asfalto e foi pelo passeio da estrada do hospital que cheguei à Gala, outrora terra de pescadores. Ainda podendo vislumbrar aqui e ali as suas habitações típicas, o aglomerado de casas vive paredes meias com o areal, num estreito relacionamento das suas gentes com o mar que serviu de sustento a muitas famílias. Hoje essa relação é cada vez mais ténue pois a vida dura de pescador não motiva as novas gerações, como acontecia até meados da década de setenta.
Entre quintais e dunas cheguei à Cova onde o labor piscatório sente-se a cada passo dado. Antigos homens do mar, pescadores agora na reforma, repousam nos bancos de madeira e nos muros da marginal. Recordam histórias de outros tempos e relatam as “dores” do dia-a-dia.
A história destes povoados remonta a meados do século XVIII quando surge o povoado da Cova. Segundo o website da Junta de Freguesia de S. Pedro (www.spcovagala.com), este povoado surge “quando pescadores oriundos das cercanias de Ílhavo, nas suas andanças pela orla costeira, na procura de melhores zonas pesqueiras, acabaram por se fixar junto à margem sul do Rio Mondego, muito perto do mar, na cava de uma duna, o que deu origem ao topónimo Cova.
…
A Gala nasce anos depois quando estes pescadores se deslocam mais para nascente, junto ao braço sul do rio do Mondego, aproveitando as potencialidades que o rio lhes oferecia, saindo a barra em lanchas, tipo poveiro, para pescar sardinha de melhor qualidade e pilado mais longe da costa.”
Regresso pelos mesmos passos. Continua a cheirar a casa.
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Há dias assim. A chuva não parava de cair e por muito que quisessemos, por muita vontade que houvesse, não insistimos e apenas percorremos algumas centenas de metros em Vouzela.
Pelas ruas empedradas do Centro Histórico, chegámos à ponte romana. Subimos ao encontro da antiga ponte ferroviária de Vouzela. Após a sua travessia, regressámos ao local de partida para nos abrigarmos ao sabor de uma jeropiga e castanhas assadas.
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A minha travessia do maciço central dos Picos da Europa proporcionou-me, para além de uma experiência inesquecível, para além do registo de memórias de paisagens avassaladoras, um grupo de novos amigos que, até então desconhecidos, partilhavam apenas o gosto pela aventura.
No último dia em Espanha, prometemos um reencontro para breve.
Meses depois, Santa Cruz da Trapa foi o local escolhido para esse reencontro. Perto de São Pedro do Sul e Arouca, era a localização perfeita para à nossa disposição encontrarmos um vasto leque de percursos pedestres assinalados, com diferentes graus de dificuldade e temáticas. Seria uma óptima oportunidade para “matar saudades” de uma forma diferente, juntando o gosto de caminhar à vontade de conviver com quem se gosta.
Um após outro, durante a manhã, fomo-nos instalando efusivamente no alojamento escolhido. As conversas fluíam com facilidade.
Recordar histórias, rir com as peripécias de cada um na montanha e o que a montanha significou para cada um, foi a ementa servida durante o almoço.
Pela tarde, para desentorpecer as pernas, percorremos os caminhos da freguesia saboreando o reencontro tão aguardado.
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A caminho de casa, o espírito estava como o tempo: enublado.
Depois do frio da serra e paisagens de cortar o fôlego, o regresso à rotina quotidiana é sempre feito a muito custo. Tentei atrasar o processo optando por um caminho mais longo. Sem querer, regressei a uma localidade já conhecida: Ponte das Três Entradas. A aldeia, fica na confluência do Rio Alvoco com o Rio Alva e o seu nome original deriva da ponte que, com três entradas, divide a aldeia em três partes: uma pertencente à freguesia de São Sebastião da Feira, outra a Santa Ovaia e a terceira, à freguesia de Aldeia das Dez.
Com o estômago vazio, este era o local perfeito para almoçar.
Apesar do adiantado da hora, ainda encontrei um belo peixe assado, acompanhado com batata e salada, num simpático restaurante local.
Lá fora, as nuvens cinzentas, cada vez mais carregadas, não aguentaram muito mais tempo e rebentaram em aguaceiros esparsos.
Ainda assim, impunha-se uma pequena caminhada pela zona. No estacionamento perto do parque de campismo, a placa “Ponte Medieval” ditou o destino. Fui à sua descoberta.
Por trilhos agrícolas e de pinhal, sempre acompanhando o Rio Alva ao longo do seu curso, cheguei a São Sebastião da Feira, onde a “ponte medieval” é o principal acesso à praia fluvial que aguarda pela época balnear para voltar a renascer em gritos de alegria de crianças e adultos que nas águas do Alva se banham.
Após um breve descanso, o regresso foi feito pelo mesmo caminho.
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Foi já a caminho de casa, após uma breve estada nas Penhas da Saúde, que conheci a pacata vila de Unhais da Serra.
Vila do concelho da Covilhã e distrito de Castelo Branco, Unhais da Serra, dista aproximadamente 20 km da sede de concelho. Encaixada num vale glaciar, a uma altitude de 750 m, no sopé da vertente sudoeste da Serra da Estrela, desfruta de umas vistas privilegiadas para as altas montanhas.
Foi aforada em 1186 por D. Sancho I e incluída no território da Covilhã. Em 1758 era já sede de freguesia sendo elevada a vila no dia 11 de Julho de 1985.
A Ribeira de Unhais resulta da confluência das ribeiras da Estrela e da Alforfa. Iniciei a caminhada à descoberta da vila acompanhando a ribeira, subindo até ao moderno complexo turístico termal. A sua imponência destaca-se contrastando com a vertente montanhosa da serra. Este complexo é sem dúvida umas das razões pelas quais todos os anos centenas de turistas visitam a vila termal.
“Unhais da Serra viveu a sua grande época turístico termal nos finais do séc. XIX e princípios do séc. XX, sendo na altura conhecida como “Pérola da Beira” ou “Sintra da Covilhã”. A conversão da residência do Conde da Covilhã, pelo próprio, no GRANDE HOTEL de Unhais da Serra tendo anexo o “CASINO” … com espaçosos salões de dança, bilhares, jogos de vaza e buffets…, Contribuiu para o fortalecimento do turismo local, vocacionado na altura para a classe relativamente numerosa de proprietários e industriais têxteis da região.”Contornando o complexo turístico, desci em direcção ao centro da vila, por ruas estreitas e empedradas, parando na Rua Conde da Covilhã junto à Fonte do Castelo onde me refresquei.
Seguindo até à Igreja Paroquial de Santo Aleixo percorri a Avenida Nossa Senhora da Saúde regressando já focado num único pensamento…
“Onde seria o almoço de hoje?” – a engrenagem cerebral “patinou” aqui.
Iria meter-me no carro a caminho de casa e logo se veria…
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A gélida manhã que se abateu sobre as Penhas da Saúde não era anormal. Estava a cerca de 1500 metros de altitude e com o Inverno quase a chegar, estes amanheceres na Serra da Estrela tornavam-se cada vez mais frequentes.
Na Pousada, o gelo cobria os carros e os espaços circundantes. Um mar de algodão formava-se a baixas altitudes enquanto, pé ante pé, inicio a caminhada.
O percurso não estava assinalado e, após um breve olhar sob um mapa gasto pelos anos, que orgulhosamente continuava a servir de guia a muitos alberguistas, fiz-me ao caminho.
Saindo da Pousada, tomei a estrada principal descendo em direcção à Covilhã. No primeiro cruzamento segui pela direita para a piscina fluvial. Na pequena ponte, enquanto o diminuto caudal das águas beijava o arco em pedra num desgaste lento, o manto de nevoeiro que se aproximava era cada vez mais intenso. Os bungalows de montanha, tão procurados por turistas de todo o mundo, eram devorados um a um…
Em breve, todos desapareceram nesta nuvem de algodão.
Continuei, agora deixando o asfalto para, num trilho de terra batida e pedra, serpentear a serra, na direcção que me parecia a mais acertada, na tentativa de encontrar o Lago Viriato.
Alguma centenas de metros adiante, eis que surge a imponente represa que contém as águas de abastecimento público a Penhas da Saúde. O Lago Viriato repousa aqui, sob o olhar atento da “Torre” em pano de fundo.
Contornei as suas águas e já de regresso à estrada principal, os passos perderam-se dentro do nevoeiro que toda a manhã me perseguia. A vila estava já ali e o regresso a casa era cada vez mais certo.
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A aldeia do Sabugueiro é uma das principais portas de entrada na Serra da Estrela.
É também a aldeia mais alta de Portugal, a cerca de 1200 metros de altitude.
Apesar disto, poucas são as pessoas que, tendo por destino a Serra da Estrela, pausam no Sabugueiro para algo mais do que comprar uns deliciosos queijos e umas recordações para a família e amigos.
Efectivamente, o destino de fim de semana eram as Penhas da Saúde mas iria descobrir primeiro que o Sabugueiro tinha muito mais para me oferecer do que os “souvenirs” da rua principal.
Ao chegar à aldeia, o largo junto à Capela de Nossa Senhora de Fátima pareceu-me um bom local para iniciar a descoberta.
Descendo em direcção ao centro histórico não pude deixar de comprovar a importância que o turismo tem nesta pequena localidade. Quase porta sim, porta sim, podemos encontrar lojas com artigos serranos, queijos, licores, têxteis e tudo o mais que puder ser usado como recordação da passagem por esta serra.
Saí da estrada principal em direcção ao centro histórico. As placas de sinalização não enganam.
As ruas recordam outros tempos onde a espaços, as habitações em pedra conferem a rusticidade tão acolhedora, muito própria das aldeia serranas.
Seguindo as indicações, em breve tomaria o caminho de pedra que, atravessando a pequena Ponte do Serro, terminava na praia fluvial.
Um local agradável onde nos dias mais quentes com certeza apetece ir a banhos nas águas frias da Ribeira do Alva. Por agora, restava-me vê-las passar, com caudal tortuoso, descendo a par com o rio com o mesmo nome.
Regressei à rua principal da aldeia para petiscar qualquer coisa. Sandes de queijo da serra e presunto foi a ementa escolhida. Saborosíssimas, claro!
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O Rio Mondego tem ao longo do seu curso variadíssimos motivos de interesse. Motivos esses mais do que suficientes para conhecer melhor o maior rio com nascente em Portugal, desde a imponente Estrela, até à radiante cidade da Figueira da Foz, onde as suas águas doces encontram as salgadas atlânticas.
Foi na foz do Mondego que descobri esta interessante rota fluvial.
O “Sal do Mondego”, batel com 20 metros de comprimento, descansava ainda na margem do cais de acostagem do Núcleo Museológico do Sal, nos Armazéns de Lavos. Enquanto se engalanava para o passeio, saboreei um revigorante café na pequena esplanada do Museu, com a salina municipal do “Corredor da Cobra” como pano de fundo. Este salina serve de base ao percurso pedestre “PR6/FF – Rota das Salinas“, já aqui descrito.
Os pequenos montes de sal que a salpicavam, temperavam aquela manhã de Agosto. Lá dentro, a história do lugar e da actividade salineira era contada detalhadamente, uma história que serviu de tempero a muitas vidas que pelas salinas do Baixo Mondego passaram.
À hora marcada partimos pelo esteiro dos Armazéns de Lavos em direcção à “boca do Rio Mondego”. A amiúde, carcaças de antigos batéis repousavam nas margens, lembrando a intensa actividade que poucos agora recordam.
Histórias de outras marés, outras luas e ventos eram adocicadas nas palavras do nosso mestre. Agora na reforma, conduzia com brio o batel pelas tranquilas águas fluviais.
Eis que chegámos ao Moinho de Maré ou Moinho das Doze Pedras. Este, como infelizmente tanto outro património pelo País fora, luta sozinho contra a ruína cada vez mais certa. Longe vão os dias onde nas suas mós era moída a farinha e descascado o arroz produzidos na Quinta do Canal, onde este repousa.
Regressámos ao cais. À nossa espera tínhamos um dos mais típicos e apetitosos petiscos do Baixo Mondego: enguias fritas. São servidos?
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- “Há barquinhos para dar a voltinha! Vê-se o fundo do mar!” – gritava o pescador a cada possível oportunidade de ser ouvido em terra.
O seu “ganha pão” dependia disso – passear turistas pelas grutas e escarpas das Berlengas, num barco com casco de vidro para permitir a observação do fundo, nas puras e transparentes águas das Berlengas.
Sendo o meu objectivo principal percorrer a ilha a pé pelo trilho bem definido que a atravessa, não podia deixar também de aproveitar esta oportunidade para ter uma outra perspectiva da nossa Reserva Natural.
Do pequeno porto de pesca partimos ouvindo e absorvendo todas as palavras que o pescador encontrava para descrever a alma das Berlengas. Histórias, contos, lendas, o que lhe quisermos chamar…um pouco de tudo ía cozinhando e associando às belas imagens que tinha pela frente.
Enganam-se os que pensam que só acima d’água a beleza surpreende. Olhando através do casco vitral do pequeno barco descobríamos um novo mundo translucido impressionante. Para além da rica fauna e flora subaquática, os relevos da ilha prolongam-se inversamente para o seu fundo onde podemos observar escarpas, fossos imensos de escuridão, zonas baixas e peixes que nelas brincam.
Percorri o “Carreiro da Inês”, vi a “Flandres” e senti-me minúsculo com a Fortaleza de São João Baptista, que do mar mais imponente se torna. Na “Gruta Azul” a ilusão ganha cor e pela “Tromba de Elefante” contámos os últimos minutos até o pequeno barco se imobilizar no pequeno porto de pesca. Fica a vontade do rápido regresso.
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Viajar para uma ilha é descobrir uma porta para um outro mundo. Um mundo de sentidos, odores e prazeres visuais que dificilmente encontramos em outros locais.
Uma ilha encerra em si um habitat especifico, um certo misticismo transmitido talvez pelo isolamento oferecido pelo mar.
As Berlengas não são excepção. Mas nelas são as aves marinhas que mais ordenam, parafraseando a canção.
Protegidas por água a toda a volta, isoladas da invasão do mundo exterior, o espaço é delas. Gaivotas-argênteas, corvos-marinhos-de-crista, falcões-peregrinos, cagarras e airos, cada metro quadrado lhes pertence. Cada metro cúbico de ar é constantemente invadido pelo seu cantar. É difícil não nos sentirmos os “invasores” em casa alheia.
Este “mundo” fica localizado a 5,7 milhas de distância do Cabo Carvoeiro e é composto por 3 grupos de ilhéus: Berlenga Grande (e recifes adjacentes), Estelas e Farilhões-Forcadas.
A ilha principal, a Berlenga Grande, onde este percurso se realizou tem cerca de 1500 metros de comprimento, 800 metros de largura e 85 metros de altura. As suas condições climatéricas proporcionam características faunísticas e florísticas que fazem deste arquipélago um ecossistema único no mundo. Ao arquipélago foi atribuído o estatuto de Reserva Natural em 03 de Setembro de 1981.
As grutas espalhadas pelo granito róseo da ilha são uma das principais atracções, mas são as suas águas abundantes em peixe, tranquilas e transparentes que mais nos lembram uma qualquer ilha tropical do nosso imaginário. O próximo post será dedicado a uma deliciosa viagem de barco por essas grutas (um pouco “off-topic” do tema do blog mas não poderia deixar de o registar).
Chegámos ao pequeno porto já o sol ia alto e no bairro dos pescadores a azafama era já evidente. Iniciavam-se os preparativos para o almoço.
O carvão aguardava nos fogareiros pela hora certa, altura em que conferiria ao peixe fresco que nele se deitava aquele sabor tão especialmente apreciado.
Ao fundo, encaixada entre os penhascos, a pequena praia do Carreiro do Mosteiro estava já repleta de turistas que desfrutavam de algumas horas de sol e se refrescavam nas águas translúcidas.
Subimos pelo trilho bem delimitado em direcção ao Forte de São João Baptista. Como Reserva Natural, não há livre acesso a toda a ilha pelo que é frequente encontrarmos sinalização que nos lembra isso mesmo.
No topo, o farol construído em 1841 guarda a ilha e quem dela se aproxima. Com 29 metros de altura acumula energia através de painéis solares que depois a transmite em forma de luz a cerca de 50 km de distância.
Algumas centenas de metros à frente surge imponente das águas o Forte de São João Baptista. Com forma heptagonal irregular, foi mandado construir em 1651 por D. João IV. Quinze anos depois, em 1666, foi atacado por uma esquadra castelhana. A guarnição de 28 soldados comandados pelo cabo António Avelar Pessoa aguentou as defesas por 3 dias e quando os espanhóis se preparavam para a retirada, um traidor, de noite a nado, informou-os que a pólvora teria acabado no forte. Um novo ataque surge então. Depois de tomada a praça e feito prisioneiros os soldados que estoicamente aguentaram, é já num barco que os conduzia para Espanha que o Cabo Avelar Pessoa acabaria por morrer.
A sua capacidade de resistência e o seu heroísmo são ainda hoje recordados. O seu nome ainda viaja a bordo de um barco que faz hoje a travessia Peniche – Berlenga.
Hoje, o forte está recuperado. Infelizmente permanece fechado o que nos impediu de o visitar. Foi no seu patamar exterior que descansámos e saboreámos o recheio das mochilas.
Regressámos pelo mesmo trilho até ao bairro dos pescadores onde aguardámos o transporte de barco até Peniche.
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Este foi um percurso há muito desejado e por isso muito especial.
A minha avó é natural de Mortágua, mais propriamente da aldeia de Monte de Lobos. Durante quase uma vida, os meus avós aguardavam ansiosamente por alguns dias de felicidade e sossego passados na terra onde sempre se sentiam tão bem. Era uma fuga à cidade e a todo o seu reboliço.
Lembro-me de passar dias da minha infância com os meus primos no “poço fundo” (uma piscina natural no rio que assim denominámos), ou na ponte à entrada da aldeia, banhando-me na água pura e fresca que corria livremente entre os enormes seixos escorregadios.
Lembro-me das vindimas, da azáfama entre as vinhas carregadas com bagos doces e suculentos, de pisar as uvas no lagar e sentir o odor intenso que varria o monte. Os dias pareciam não terminar.
Ainda hoje os olhos do meu avô brilham, sorriem e quase saem das órbitas quando falamos de Monte de Lobos. Terra que não a dele mas que o acolheu e lhe ofereceu dias de intensa felicidade.
Assim que eu soube que Mortágua tinha um percurso pedestre assinalado, não podia deixar de o levar lá. Era como que um regresso às origens, ao lugar onde tantas vezes foi feliz.
Companheiro também de outras caminhadas não se fez nada rogado e combinámos o dia.
Contactei a Autarquia de Mortágua que de imediato se disponibilizou para me enviar o mapa do percurso.
No dia marcado, chegámos à pequena ponte sobre a Ribeira das Paredes, na estrada que liga a aldeia do Carvalhal a Laceiras, ainda a tempo de sentir o orvalho matinal a escorrer pelas verdes folhas do bosque. Estávamos no início do PR1 – Percurso Pedestre das Quedas de Água das Paredes.
A escassos metros encontrámos um Moinho de Água. O percurso, bem delineado e assinalado, segue o curso da Ribeira das Paredes, também designada por Ribeira dos Moinhos.
Encontrámos pelo trilho vários locais que convidam ao lazer, a parar um pouco, observar e ouvir. Tendo a ribeira como banda sonora, descobrimos as ruínas de antigos moinhos de rodízio, locais agora restaurados e convertidos em parques de merendas, corredores com árvores recentemente plantadas, demonstrando o cuidado que a autarquia dedica a este tipo de turismo.
Ao chegar à aldeia de Paredes, localidade com cerca de 50 habitantes, a sinalização indicava que as quedas de água estariam já próximas.
Atravessámos a pequena aldeia para entrar num caminho agrícola que nos transporta para uma floresta verdejante. Sempre com água em abundância, encontrámos uma flora diversa que crescia selvagem ao longo do trilho. Uns pés de morangos aqui e acolá foi o que mais curiosidade nos despertou…
Após serpentear por eucaliptais altivos chegámos finalmente às cascatas. A água que nelas caía e que ao longo dos anos castigou a pedra da sua base, formou pequenas piscinas naturais que agora convidam a um prolongado refresco.
Com as quedas de água em pano de fundo, os bolos de bacalhau da avó nem tempo tiveram para apreciar a paisagem…
Regressámos pelo mesmo trilho. Restava matar saudades da família que ainda em Monte Lobos resiste. Felizmente.
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Fomos recebidos por uma húmida manhã na chegada ao concelho de Arganil. A freguesia de Benfeita era o nosso destino.
A autarquia de Arganil, a Junta de Freguesia de Benfeita e a empresa ADXTUR juntaram sinergias para nos proporcionarem uns belos momentos de convívio e descoberta, num maravilhoso contacto com a natureza. Iríamos percorrer o Caminho do Xisto de Benfeita.
Enquanto aguardávamos pela chegada dos restantes caminhantes que, desde a sede de concelho, chegariam num autocarro cedido pelo município, abrimos os guarda-chuvas e percorremos as ruas da aldeia, vagueando em sentido único para o primeiro café matinal.
O aroma dos grãos acabados de moer misturava-se agora com o odor a terra molhada que a cada brisa mais forte, invadia o pequeno e acolhedor café de Benfeita.
Lá fora, os restantes aventureiros chegavam enquanto a chuva continuava a não dar tréguas. Foi convocada uma reunião de emergência.
Em perfeita democracia a decisão foi tomada. Iríamos iniciar o percurso com cuidado e, evitando as zonas mais perigosa (com piso molhado), avançar até onde S. Pedro nos permitisse.
Alfredo Martins – Presidente da Junta de Freguesia de Benfeita – tomou a dianteira e por entre trilhos de pedra e lama lá nos foi guiando com mestria dentro da rota planeada.
Seguimos, por caminhos públicos agrícolas, em direcção ao vale da Ribeira do Carcavão. Muitos desses caminhos acompanham as levadas utilizadas para a irrigação dos campos agrícolas ou pecuários.
Atravessando a ribeira, começámos a vislumbrar magníficas quedas de água, algumas das quais convidam mesmo à prática balnear.
As casas em xisto eram uma constante para onde quer que a vista escapasse. Infelizmente muitas delas deixadas ao abandono pelos antigos proprietários. Outras há que, a grande custo, lá vão mantendo a sua função de armazenamento de pasto, abrigo e protecção para pessoas e animais.
A cerca de metade dos quilómetros percorridos e numa aberta de bom tempo, brinde de S. Pedro, recheámos os estômagos com um pequeno snack, cortesia da organização.
Continuámos por entre caminhos de mata e pinhal, e após uma descida íngreme em degraus esculpidos na terra, chegámos à magestosa Fraga da Pena.
Com setenta metros de altura esta imponente queda de água está situada em plena Mata da Margaraça, num recanto de xisto com vegetação muito peculiar. Esta paisagem luxuriante está equipada com zona de recreio e lazer.
Após a enxurrada de disparos das máquinas fotográficas digitais, que eternizavam as cristalinas águas em quadros de rara beleza, seguimos para o almoço servido no espaço da Capela da Nossa Senhora das Necessidades onde o convívio entre todos os caminhantes, acompanhado com os grelhados e arroz de feijão foram a melhor forma de selar esta visita a Benfeita.
Depois do repasto, regressámos à aldeia terminando assim o percurso circular (adaptado) do Caminho do Xisto da Benfeita.
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Chegámos à freguesia de Reguengo do Fetal, concelho da Batalha, ainda sem o pequeno almoço tomado.
No Largo da Praça da Fonte ou Largo da Palmeira, fazendo jus à imponente palmeira que no centro da aldeia nos recebeu, partilhámos uns pequenos snacks que nos entretinham e davam forças para os mais de 6 km, em grau de dificuldade médio, do “PR2 – Buraco Roto”.
Aí iniciámos o percurso circular, saindo do centro em direcção ao Buraco Roto – gruta necrópole de uma beleza e enquadramento paisagístico deslumbrante e que nos meses mais chuvosos, debita grandes quantidades de água, criando uma cascata.
Seguindo por um caminho empedrado, utilizado como atalho pelos peregrinos em direcção ao Santuário de Fátima, alcançamos o Vale do Malhadouro, uma das zonas em Portugal onde é possível a prática de escalada (Escalada do Reguendo do Fetal).
Entre as escadas de madeira e pedra, encontramos à esquerda a Chaminé – fenómeno natural ocorrente da erosão da água e do vento.
Depois de descidas as escadas de pedra, a Pia da Ovelha encontra-se do lado esquerdo, uma cova natural de grandes dimensões. Impressionante mesmo.
Continuando para Sul, atravessamos um pequeno colo – depressão bem definida num zona montanhosa. Um trilho sinuoso leva-nos ao ponto mais alto do percurso, com cerca de 400 mts de altitude.
Encontrámos campos agrícolas e descendo ao Vale da Pena, rapidamente chegámos a Reguengo do Fetal.
Uma breve nota sobre o nome da aldeia:
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A caminho de casa fizemos um pequeno desvio para conhecer a vila do Rabaçal. Famosa pelo seu queijo, esta localidade apresenta-nos outras atracções como por exemplo a Villa Romana.
Infelizmente o nosso tempo era escasso e depois de um breve passeio pela vila, um café no largo frontal à igreja e já com dois queijos caseiros na bagagem para mais tarde saborear, regressámos a casa.
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A “Caminhada da Primavera” em Penela foi organizada pela autarquia local e contou com uma presença bem significativa de caminhantes de todas as faixas etárias e de várias zonas do país.
O ponto de encontro foi junto ao Castelo de Penela e cerca das 10h00 já todos os caminhantes estavam preparados para os 7 km de percurso ( 14 km se optássemos pela opção ida e volta ). Este percurso iria ligar o Castelo de Penela ao Castelo do Germanelo.
Classificado como Monumento Nacional, a construção do Castelo de Penela data do séc. XI. No entanto, o que hoje se pode lá observar remonta somente aos séc. XIV e XV.
Protegida pelas imponentes muralhas, a Igreja de São Miguel tem origem no séc. XII.
No Castelo, além da Porta da Vila, existe uma outra porta denominada Porta da Traição ou dos Campos, que, integrada numa torre, apresenta uma abertura dupla em cotovelo, transparecendo a influência da tradição muçulmana na fortificação portuguesa dos finais da Idade Média.
Com um grau de dificuldade médio/baixo, a caminhada foi avançando a bom ritmo.
Após a descida da vila, entrámos em trilhos de terra batida com campos de cultivo, oliveiras e vinhas como motivo principal da paisagem.
Na passagem por São Sebastião deparámo-nos com um rebanho de ovelhas a correr pelas ruelas em pedra, animadas, em direcção ao tenro pasto.
Seguimos para Besteiro.
Após a passagem pelo lugar, era já possível observar o Castelo de Germanelo ao longe.
O Castelo do Germanelo foi erguido, segundo se consta, entre 1140 e 1142, por D. Afonso Henriques. Dele, a paisagem sobre o vale do Rabaçal é simplesmente deslumbrante. As suas origens podem remontar a um castro romanizado.
Actualmente de propriedade particular, deve-se a reconstrução hipotética da sua muralha norte ao Dr. Salvador Dias Arnaut.
Ao chegar no alto descansámos um pouco inspirando fundo e saboreando as estonteantes paisagens que nos eram oferecidas.
Depois de alimentada a alma, descemos para alimentar o corpo com um reforço alimentar oferecido pela Câmara Municipal, antes do regresso a Penela.
Agradecemos mais uma vez a recepção e parabéns pela actividade!
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“A Vila de Castro Daire, freguesia e sede de concelho, é composta por aldeias limítrofes numa área dos cerca de 32,9 quilómetros quadrados: Arinho, Baltar, Braços, Custilhão, Farejinhas, Fareja, Folgosa, Lamelas, Mortolgos, Mosteiro, Santa Margarida, Vale de Matos e Vila Pouca, contendo 4578 habitantes.
Geograficamente encontra-se situada num cume de um monte, o seu topónimo tem origem num antigo castro que se encontrava na parte mais alta deste lugar. Sabe-se que aqui habitaram romanos devido ao aparecimento de documentos epigráficos. Havia várias pontes romanas, entre elas, a Ponte Pedrinha, demolida em 1877 construindo-se a que ainda hoje possui a mesma designação e onde se encontrou uma lápide podendo data-la da altura do imperador Caio Júlio César. Está historicamente comprovado que Castro Daire fez parte do padroado real e posteriormente à Casa do Infantado.”
in “Câmara Municipal de Castro Daire“
Foi já um pouco cansados e “moídos” de tantos quilómetros percorridos que chegámos a Castro Daire. Ainda assim, após deixarmos o automóvel à entrada da vila, percorremos as suas ruas e travessas com alguma réstia de espírito de descoberta. A possível de encontrar nos nossos espíritos cansados.
Descobrimos miradouros sobranceiros ao vale, a imponente Igreja Matriz que se destaca com o seu estilo Neoclássico (século XIX) e a sua torre sineira.
Após descansarmos uns minutos no jardim da vila, regressámos a casa.
Foi sem dúvida um dia preenchido pelos concelhos de São Pedro do Sul e Castro Daire que nos enriqueceu a alma.
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Este espaço é dedicado a todos os que queiram ver divulgadas as suas actividades pedestres. Se é o seu caso, envie-nos o pedido de divulgação através da página CONTACTOS
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Percursos Pedestres nos Açores
Angra do Heroísmo (Terceira), Calheta (São Jorge), Horta (Faial), Lagoa (São Miguel), Lajes das Flores (Flores), Lajes do Pico (Pico), Madalena (Pico), Nordeste (São Miguel), Ponta Delgada (São Miguel), Povoação (São Miguel), Ribeira Grande (São Miguel), Vila Franca do Campo (São Miguel), Praia da Vitória (Terceira), Santa Cruz da Graciosa (Graciosa), Santa Cruz das Flores (Flores), São Roque do Pico (Pico), Velas (São Jorge), Vila do Corvo (Corvo) e Vila do Porto (Santa Maria)
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Percursos Pedestres na Madeira
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