Arquivo da Categoria ‘Aveiro’

PR1 – Da Pateira ao Águeda (Águeda)

Autor: SolaGasta Em 12 - Dezembro - 2011
PR1 - Da Pateira ao Águeda (Águeda)
“O percurso pedestre da Pateira ao Águeda foi o primeiro trilho a ser implementado (PR1), e devidamente sinalizado, no concelho de Águeda.
Este percurso pedestre de pequena rota (PR) decorre por caminhos e veredas das freguesias de Óis da Ribeira e Espinhel (concelho de Águeda), junto àquela que é considerada a maior lagoa natural da Península Ibérica – a Pateira de Fermentelos –, e ao rio onde desagua, o Águeda. Sendo em circuito, pode ser iniciado em qualquer dos sítios por onde passa, muito embora se recomende que o ponto de partida seja junto à Pateira de Fermentelos, no Parque de Espinhel ou no Parque de Óis da Ribeira.”

In www.cm-agueda.pt

Iniciámos o percurso no Parque da Pateira em Óis da Ribeira. Pusemo-nos ao caminho, após breve observação do mapa presente no parque.
O percurso com mais de 11 kms bem assinalados desenvolve-se a bom ritmo quase sempre com água “à vista”.
De um lado caminhamos nas margens da Pateira e do outro acompanhamos o curso do rio Águeda. Em ambas as secções do trilho, são muitos os locais que nos convidam a uma pausa mais prolongada. Aceitem o convite.

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PR1 - Da Pateira ao Águeda (Águeda)
PR1 - Da Pateira ao A?gueda (A?gueda)
Hotéis, Residenciais, Pensões, Albergues, Pousadas, Hostals, Turimo Rural, Campismo...escolha o seu alojamento barato.
PR1 - Da Pateira ao Águeda (Águeda)
11,43 Km
(circular)
GPS
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Para mais informações: www.cm-agueda.pt

Pelas Ruas e Canais de Aveiro (Aveiro)

Autor: SolaGasta Em 10 - Dezembro - 2011
Pelas Ruas e Canais de Aveiro (Aveiro)

A cidade de Aveiro desperta em mim a cada visita, sentimentos intemporais de saudade, amizade e a tal felicidade que valorizamos apenas quando as agulhas da vida mudam de direcção.
Foi em Aveiro que vivi alguns anos, criando laços e relações que ainda hoje perduram, independentemente da zona geográfica em que se encontram.
Cada recanto da cidade conta uma história. Em cada canal, ruela e praça, momentos de boa disposição, sorrisos ingénuos banhados pela ria a cada passo dado.
Com inicio na Avenida da Força Aérea, a caminhada desenvolve-se paralelamente ao canal onde a ria, serena, encontra o Cais dos Remadores Olímpicos.
No Rossio, zona da cidade cada vez mais turística, são hoje muitas as empresas que exploram as viagens de moliceiro pelos canais. É vê-los cruzarem-se no canal, com gente bem disposta e ávida para conhecer os mistérios de uma terra e de uma ria que sempre viveram de braços dados.
Perto da hora de almoço seguimos para o “Ramona”. Aqui compensaríamos as saudades gastronómicas com um hambúrguer de eleição. Os meus preferidos? “À Ramona”, “Com cebola” e “Com bacon”. Não tenho qualquer comissão nas vendas mas, não sendo grande adepto de “fast-food”, antes pelo contrário, prefiro degustar os nossos petiscos com toda a lentidão do mundo, saboreando cada pedaço, acompanhando com o néctar dos deuses que tão bem sabemos fazer neste país, mas é realmente uma pena passar por Aveiro e não provar um “À Ramona”.
Regressámos, agora pela Sé de Aveiro, pelo “Fórum” e na Avenida Lourenço Peixinho já pouco faltava para o término desta caminhada.
Nas nossas cabeças já ensaiávamos o próximo percurso: PR1 – “Da Pateira ao Águeda”.

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Pelas Ruas e Canais de Aveiro (Aveiro)
Pelas Ruas e Canais de Aveiro (Aveiro)
Hotéis, Residenciais, Pensões, Albergues, Pousadas, Hostals, Turimo Rural, Campismo...escolha o seu alojamento barato.
Pelas Ruas e Canais de Aveiro (Aveiro)
4,08 Km
(circular)
GPS
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Para mais informações: www.aveiro.eu

Percurso Pedestre – Do Luso à Cruz Alta (Mealhada)

Autor: SolaGasta Em 7 - Julho - 2009

Percurso Pedestre - Do Luso à Cruz Alta (Mealhada)Acordámos ansiosos pelo que o dia nos reservava e cerca das 10h já aguardávamos junto ao local combinado. A chegar estavam os colegas do grupo “Toca A Caminhar“, organizadores do percurso de hoje.

Os automóveis começaram a chegar pouco tempo depois ao topo da Avenida Emídio Navarro, logo depois da Fonte de S. João.
Apresentações feitas, dirigimo-nos ao café mais próximo para aquecermos os corpos com um bom café matinal, enquanto os restantes caminhantes não chegavam.

O dia amanhecera ameaçador, para além do frio que pairava no ar, as nuvens negras ameaçavam rebentar a qualquer momento, povoando o céu com uma gama diversificada de tons acinzentados.
Enquanto o café descia e nos aquecia por dentro, lá fora o diluvio começou. Fomos brindados com uma queda de água assustadora que colocou algumas (mas poucas) dúvidas à realização do percurso.

Passado o susto e já vestidos com o equipamento a rigor (alguns elementos levaram agasalhos e protectores para a chuva na eventualidade de surgir alguns “pingos”ocasionais), metemos pernas ao caminho iniciando a subida da escadaria no topo da Avenida Emídio Navarro que nos levou à “Porta de S. João”, uma das muitas portas de entrada na mata do Buçaco.
O percurso foi baseado nos diferentes mapas presentes aqui mas não seguimos propriamente um específico.
Subimos pela mata até ao Cruzeiro onde invertemos a marcha e descemos ao Vale dos Fetos, local paradisíaco, imaculado.
Iniciámos a subida até à Cruz Alta, passando por algumas capelas e ermidas pertencentes ao Sacromonte, instalado no Buçaco em duas fases, a primeira na década de 1640 e a segunda na de 1690, pelo bispo-conde de Coimbra D. João de Mello.
O Sacromonte é constituído por uma Via Sacra de 20 Passos, que se dividem entre os passos da prisão de Cristo (no Orto de Getsemanis e a Sua condenação no Pretório de Pilatos) e os passos da Paixão (entre o Pretório e o Calvário).
Nos passos da Paixão de Cristo podemos observar no interior das capelas magníficas esculturas em terracota, descritivas dos respectivos passos. As esculturas originais foram destruídas ao longo do séc. XIX, restando apenas duas cabeças em exposição no Museu Machado Castro em Coimbra. As figuras actuais foram realizadas pelo ceramista Costa Motta nos finais da década de 30 do séc. XX.

Voltando ao percurso propriamente dito, chegámos à Cruz Alta onde fizemos uma pausa para restabelecer energias tendo por aperitivo as estonteantes vistas sobre a área envolvente.
A descida fez-se com passagem pelo magnífico Palace Hotel do Buçaco com os seus deslumbrantes jardins.

Independentemente do trilho escolhido é sem dúvida um local de excepção que não deverá deixar de receber a vossa visita. No Posto de Turismo do Luso poderão ter acesso a mapas e a toda a informação necessária para planearem da melhor forma a vossa rota.

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Percurso Pedestre - Do Luso à Cruz Alta (Mealhada) Passeio Pedestre - Luso e Parque do Lago (Mealhada)
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Nota: O ficheiro GPS não está completo devido a problemas técnicos.

Passeio Pedestre – Luso e Parque do Lago (Mealhada)

Autor: SolaGasta Em 28 - Junho - 2009

Passeio Pedestre - Luso e Parque do Lago (Mealhada)O piquenique estava delicioso. Num intervalo maior entre duas nuvens carregadas, conseguimos “montar o estendal” num banco do Parque do Lago na Vila do Luso.
Toalha posta, os panados foram devorados o mais rápido que conseguimos, acompanhados com as sempre presentes “batatas de pacote” e uma saladinha de alface e tomate não fosse a “consciência da má alimentação” pesar muito…
Depois de um café na esplanada sobranceira ao lago, deslocámo-nos à Residencial onde iríamos pernoitar. Check-in feito, tudo pronto para mais uma descoberta pelas ruas e recantos da bonita vila.

Começámos no topo da Avenida Emídio Navarro, junto às barraquinhas de artesanato e doces tradicionais. Subimos até ao Teatro Avenida onde invertemos a marcha pelo lado contrário, descendo em direcção à Fonte de S. João, sempre animada por sedentos turistas.

Continuámos pelos caminhos do pequeno parque anexo, pelas Termas do Luso, até regressarmos à avenida principal. Na bifurcação junto ao Hotel descemos pela Rua Dr. Cid de Oliveira e chegámos ao Parque do Lago do Luso.
Fomos de encontro ao lago, contornando-o no sentido inverso aos ponteiros do relógio.
Retornámos à Rua Dr. Cid de Oliveira agora um pouco mais a sul e passando pela R. Al. Castelões chegámos à avenida principal.  Parámos na Fonte de S. João para nos refrescarmos.

Descansámos até à hora do jantar. Planeámos uma visita à “Feira de Artesanato e Gastronomia da Mealhada” que por coincidência começava nesse fim de semana.
Como era de esperar, saímos com a barriga cheia e encantados com a “Broa de Antes”, uma broa achatada que acompanhou muito bem uma grelhada mista e um saboroso leitão.
Não podíamos deixar de apoiar o artesanato local e nas mãos trouxemos algumas peças de olaria que um artesão criou mesmo ali, à nossa frente. É uma pena se algum dia deixarmos morrer estas actividades. É a nossa arte, a nossa cultura, o nosso País que também desaparecerá.

A noite já ia longa e no dia seguinte iríamos participar num percurso organizado pelo grupo “Toca A Caminhar” cuja descrição ficará para o próximo post. Portanto, “Chichi…Cama!”.

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Passeio Pedestre - Luso e Parque do Lago (Mealhada)

Passeio Pedestre - Luso e Parque do Lago (Mealhada)

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Passeio Pedestre – Parque das Termas da Curia (Anadia)

Autor: SolaGasta Em 26 - Junho - 2009

Passeio Pedestre - Parque das Termas da Curia (Anadia)O fim de semana prometia. Seleccionámos como destino a região do Luso / Buçaco para descansar de uma semana mais “stressante” do que o habitual e aproveitámos também para registar no SOLA GASTA algumas caminhadas nessa zona singular.

Saímos cedo e cerca das 10h:30m estávamos já sentados numa esplanada de uma das principais ruas (R. do Pinheiro Manso) da Curia, para um bem vindo café matinal.
Curia foi eleita como o primeiro destino deste fim de semana por motivos de logística. Como só poderíamos fazer o check-in no alojamento (onde iríamos pernoitar no Luso) a partir as 12 horas, aproveitámos para uma pequena caminhada matinal no Parque das Termas da Curia.

O tempo estava instável…ora éramos brindados com um céu limpo e um sol que queimava os mais desatentos, ora éramos sovados com baldes de água, “chuva da boa” que caia com tanta força que quase doía…Por uma ou duas vezes tivemos mesmo de interromper a caminhada para procurar o abrigo mais próximo.

Valeu a pena…o Parque das Termas é um local bem aprazível para se visitar.

Estava a chegar a hora de almoço e tomámos rumo para o Luso onde iriamos realizar o piquenique.

Pela tarde realizámos a 2ª caminhada, desta feita pela vila do Luso e respectivo parque. A sua descrição ficará para o próximo post.

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Passeio Pedestre - Parque das Termas da Curia (Anadia)

Passeio Pedestre - Parque das Termas da Curia (Anadia)

Mapa da Curia

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PR3 – Rota das Laranjeiras (Sever do Vouga)

Autor: SolaGasta Em 15 - Agosto - 2008

PR3 - Rota das Laranjeiras (Sever do Vouga)O segundo objectivo do dia era a realização do “PR3 – Rota das Laranjeiras”.

Pelo mapa disponibilizado no website da Câmara Municipal de Sever do Vouga, este percurso tem o seu início no largo fronteiro à Igreja Matriz de S. Martinho em Pessegueiro do Vouga. No entanto, depois de parte do grupo ter preferido ficar na praia fluvial da Quinta do Barco, recompondo-se da caminhada matinal, foi daí que saíram os restantes elementos para dar início a esta pequena rota.

Com cerca de 9,5 Km de extensão, o PR3 com altitudes entre os 30 e os 166m tem um nível de dificuldade considerado baixo.
Deixámos a praia fluvial e chegámos à EN 328. Descemos até à ponte, atravessámos o Vouga e seguimos pela esquerda junto ao rio na EN 16.
Poucos metros à frente surge a calçada da Barquinha à nossa direita, uma estreita ruela em escadaria que subimos, por entre laranjeiras, quintais e terrenos de cultivo.

Chegámos ao lugar da Barquinha e depois de o atravessarmos rumámos até Porto Carro, seguindo depois para Pessegueiro do Vouga.
No largo fronteiro à Igreja Matriz de S. Martinho observámos o mapa com o descritivo de todo o percurso (afinal era ali o seu inicio “oficial”).
Avançámos para o Calvário de onde se pode observar umas belas paisagens dos lugares circundantes. Descemos por entre quintais e laranjareiras até ao largo de Stº. António. Aqui, desviámo-nos do percurso assinalado para restabelecer energias no café mais próximo.

Depois da pausa, retomámos o percurso na subida para a capela de Stª. Quitéria. À sua esquerda inicia-se a descida pela floresta vindo de encontro à antiga via-férrea do Vouga.
Seguindo pela esquerda pela antiga linha agora asfaltada, chegamos à Ponte do Poço S. Tiago construída em alvenaria no início do séc. XX.
Avançamos até à antiga Estação de Paradela e à antiga Fábrica de Massas Alimentícias “Vouga”.
Com o sol já encondido no horizonte, entrámos na recta final do percuro. De novo na EN 328 descemos até à praia fluvial onde os restantes elementos do grupo nos esperavam.

Objectivos alcançados. Estavamos cansados e “moídos” mas sentiamo-nos realmente muito bem, com a sensação de dever cumprido.
Seria uma pena ter trocado este domingo por um outro qualquer passado em casa, no sofá, em frente à televisão…afinal, porquê ficar no sofá quando temos tanto País para ver?

Vídeo Mapa Informação geográfica
PR3 - Rota das Laranjeiras (Sever Do Vouga) PR3 - Rota das Laranjeiras (Sever do Vouga)
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PR2 – Cabreia e Minas do Braçal (Sever do Vouga)

Autor: SolaGasta Em 13 - Agosto - 2008

PR2 – Cabreia e Minas do Braçal (Sever do Vouga)Deslocámo-nos a Sever do Vouga, no distrito de Aveiro, para a realização de mais dois percursos pedestres.
O primeiro deles, o “PR2 – Cabreia e Minas do Braçal”, com início no parque de lazer da Cascata da Cabreia, freguesia de Silva Escura, é constituido por um conjunto de percursos de pequena rota, todos circulares, cada um com diferentes graus de dificuldade.
Optámos pelo mais extenso, o PR2.3, com cerca de 10 km.
Ainda com o dia fresco avançámos para montante da cascasta, em sentido inverso ao descrito no folheto disponibilizado pela Câmara Municipal de Sever do Vouga. Como o percurso está bem sinalizado em ambos os sentidos, não encontrámos qualquer problema de orientação.
Após atravessarmos algumas pequenas povoações chegámos à aldeia de Fojo onde nos refrescámos e reforçamos a dose de protector solar. Aí o sol já se sentia forte e todos os cuidados eram poucos. Seguimos caminho.

Mais adiante fizemos um pequeno desvio no percurso para visitarmos a antiga fundição do complexo de minas outrora existente naquela zona. Passámos por túneis usados para tratamento dos fumos libertados durante a fundição do minério e ao chegarmos às antigas Minas do Braçal, aproveitámos para almoçar.
Na margem do Rio Mau, encontrámos o lugar perfeito, junto a um antigo moinho de água, com algumas pequenas cascatas por companhia.
Nas minas, desactivadas em 1959, extraia-se o chumbo argentífero bem como volfrâmio embora em pequenas quantidades. Nas ruinas ainda hoje se podem distinguir várias infraestruturas usadas na transformação do minério, um edifício onde funcionavam vários serviços administrativos da Companhia das Minas do Braçal e a “Casa do Engenheiro”, hoje completamente abandonada e com sinais de eventuais “ocupantes ocasionais”.
Retomámos caminho e pouco depois chegámos às antigas Minas da Malhada, um complexo de minas não tão exuberante como o anterior mas sem dúvida interessante.
Passámos por Folharido e após uma subida íngreme, obstáculo que se revelou difícil para alguns caminhantes, chegámos ao parque da lazer da Cascata da Cabreia com o primeiro objectivo do dia concluído.

Satisfeitos, visitámos a praia fluvial da “Quinta do Barco” onde parte do grupo gozou de um merecido descanso.
Os mais destemidos iniciaram aí o segundo percurso do dia que descreverei no próximo “post”: o PR3 – Rota das Laranjeiras.

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PR2 - Cabreia E Minas Do Braçal (Sever Do Vouga) PR2 - Cabreia e Minas do Braçal (Sever do Vouga)
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PR7 – Nas escarpas da Mizarela

Autor: SolaGasta Em 18 - Maio - 2008

PR7 - Nas escarpas da MizarelaEste foi o primeiro percurso realizado pelo solagasta. O percuro pedestre da Serra de Arouca tem um nível de dificuldade acima da média, mas vale bem a pena.
Antes de o iniciarmos, visitámos as “Pedras Parideiras” junto à aldeia da Castanheira.
De mochila às costas, iniciámos o percurso junto ao miradouro da Frecha da Mizarela.
Descemos com a queda de água ao fundo e fomos acompanhando o rio até à pequena aldeia da Ribeira. Lá, recuperámos forças para a subida que se adivinhava difícil.
Valeu a pena…do alto das escarpas a paisagem era deslumbrante, encontrámos quedas de águas, pequenas lagoas, lugares onde a natureza ainda nos consegue transmitir aquela sensação de tranquilidade e paz cada vez mais difícil de encontrar…

Vídeo Mapa Informação geográfica

PR7 - Nas Escarpas Da Mizarela

PR7 - Nas escarpas da Mizarela (não disponível)

Percursos Pedestres em Aveiro

Autor: SolaGasta Em 23 - Março - 2008
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