O “Sola Gasta” foi, no passado dia 5 de Junho tema de um post no blog “O que eu penso…”, um blog pessoal de um jornalista, “um espaço de meras opiniões e de repositório de pensamentos.”
Para visitar em: http://opinioesdistoedaquilo.blogspot.com
Arquivo de Junho, 2009
“Sola Gasta” no blog “O que eu penso…”
PR1 FVN – Caminho do Xisto de Casal de S. Simão
A actividade de hoje encerrava em si inúmeras expectativas. O “PR1 FVN – Caminho do Xisto de Casal de S. Simão” foi recentemente inaugurado e fazendo parte das rotas das Aldeias de Xisto não poderíamos deixar de o percorrer.
Chegámos a Casal de S. Simão pouco depois das 11h da manhã.
O percurso circular com 5 km de extensão está classificado com grau de dificuldade fácil. Iniciámos e terminámos o trilho no Casal de S. Simão, aldeia pertencente ao concelho de Figueiró dos Vinhos.
“Depois da passagem pela Aldeia, o trilho leva-nos à maior mancha de sobreiros do concelho.
Ruínas de um antigo povoado e o som da água, marcam a chegada à Ribeira de Alge onde antigas Azenhas e uma levada antecedem as imponentes Fragas de São Simão, grandiosa escarpa rasgada pela força da água.
No Verão, as límpidas águas da praia fluvial são um convite a um banho refrescante.
Depois de contemplada a beleza deste local, rico em floresta laurisilva, é tempo de continuar o caminho.
Na povoação de Além da Ribeira, os habitantes ainda utilizam as Azenhas para moer os cereais.
Pequenas quedas de água, pintalgadas pelo verde da paisagem ribeirinha, são acompanhantes frequentes neste deslumbroso passeio.”
In “Aldeias do Xisto”
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O ficheiro GPS para download está incompleto devido a problemas técnicos durante o percurso.
Para além do álbum de fotografias elaborado pelo Sola Gasta, podem ser visualizadas mais algumas no álbum de fotos do amigo Jorge Melo. Um álbum a visitar em: http://www.flickr.com/photos/melodfts/
Passeio Pedestre – Parque das Termas da Curia (Anadia)
O fim de semana prometia. Seleccionámos como destino a região do Luso / Buçaco para descansar de uma semana mais “stressante” do que o habitual e aproveitámos também para registar no SOLA GASTA algumas caminhadas nessa zona singular.
Saímos cedo e cerca das 10h:30m estávamos já sentados numa esplanada de uma das principais ruas (R. do Pinheiro Manso) da Curia, para um bem vindo café matinal.
Curia foi eleita como o primeiro destino deste fim de semana por motivos de logística. Como só poderíamos fazer o check-in no alojamento (onde iríamos pernoitar no Luso) a partir as 12 horas, aproveitámos para uma pequena caminhada matinal no Parque das Termas da Curia.
O tempo estava instável…ora éramos brindados com um céu limpo e um sol que queimava os mais desatentos, ora éramos sovados com baldes de água, “chuva da boa” que caia com tanta força que quase doía…Por uma ou duas vezes tivemos mesmo de interromper a caminhada para procurar o abrigo mais próximo.
Valeu a pena…o Parque das Termas é um local bem aprazível para se visitar.
Estava a chegar a hora de almoço e tomámos rumo para o Luso onde iriamos realizar o piquenique.
Pela tarde realizámos a 2ª caminhada, desta feita pela vila do Luso e respectivo parque. A sua descrição ficará para o próximo post.
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Passeio Pedestre – Luso e Parque do Lago (Mealhada)
O piquenique estava delicioso. Num intervalo maior entre duas nuvens carregadas, conseguimos “montar o estendal” num banco do Parque do Lago na Vila do Luso.
Toalha posta, os panados foram devorados o mais rápido que conseguimos, acompanhados com as sempre presentes “batatas de pacote” e uma saladinha de alface e tomate não fosse a “consciência da má alimentação” pesar muito…
Depois de um café na esplanada sobranceira ao lago, deslocámo-nos à Residencial onde iríamos pernoitar. Check-in feito, tudo pronto para mais uma descoberta pelas ruas e recantos da bonita vila.
Começámos no topo da Avenida Emídio Navarro, junto às barraquinhas de artesanato e doces tradicionais. Subimos até ao Teatro Avenida onde invertemos a marcha pelo lado contrário, descendo em direcção à Fonte de S. João, sempre animada por sedentos turistas.
Continuámos pelos caminhos do pequeno parque anexo, pelas Termas do Luso, até regressarmos à avenida principal. Na bifurcação junto ao Hotel descemos pela Rua Dr. Cid de Oliveira e chegámos ao Parque do Lago do Luso.
Fomos de encontro ao lago, contornando-o no sentido inverso aos ponteiros do relógio.
Retornámos à Rua Dr. Cid de Oliveira agora um pouco mais a sul e passando pela R. Al. Castelões chegámos à avenida principal. Parámos na Fonte de S. João para nos refrescarmos.
Descansámos até à hora do jantar. Planeámos uma visita à “Feira de Artesanato e Gastronomia da Mealhada” que por coincidência começava nesse fim de semana.
Como era de esperar, saímos com a barriga cheia e encantados com a “Broa de Antes”, uma broa achatada que acompanhou muito bem uma grelhada mista e um saboroso leitão.
Não podíamos deixar de apoiar o artesanato local e nas mãos trouxemos algumas peças de olaria que um artesão criou mesmo ali, à nossa frente. É uma pena se algum dia deixarmos morrer estas actividades. É a nossa arte, a nossa cultura, o nosso País que também desaparecerá.
A noite já ia longa e no dia seguinte iríamos participar num percurso organizado pelo grupo “Toca A Caminhar” cuja descrição ficará para o próximo post. Portanto, “Chichi…Cama!”.
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