Foi no passado domingo, dia 13 de Julho, que decidimos fazer o PR6/FF, a Rota das Salinas na Figueira da Foz.
O percurso circular tem o seu início e fim no Núcleo Museológico do Sal. Para quem vem do Norte pela N109, depois da Ponte Edgar Cardoso (Ponte da Figueira da Foz), chegamos a uma rotunda onde viramos à direita para a Gala. Quase de imediato surje uma nova rotunda onde temos de ter atenção à placa indicativa do “Ecomuseu do Sal”. Seguimos pela esquerda, atravessámos a vila e nas primeiras bombas de gasolina virámos à esquerda na placa. Entrámos numa estrada de terra batida, com casas e armazéns típicos para o armazenamento e venda do sal. Pouco depois chegámos ao destino.
O Núcleo Museológico do Sal, na Marinha Municipal do Corredor da Cobra (Armazéns de Lavos, Lavos) foi inaugurado em Agosto de 2007. Com a exposição permanente podemos conhecer todos as fases da formação do sal e a evolução histórica que teve em Portugal.
O percurso pedestre, com cerca de 3Km de extensão e bem assinalado, é feito por caminhos entre as salinas e pequenas estradas em terra batida.
O dia escolhido foi perfeito. Se por um lado fomos brindados com um sol maravilhoso e temperatura amena, ideial para a realização de caminhadas, por outro presenciámos a recolha do sal das salinas pelos marnotos! Acumalado em pequenos montes ao longo dos estreitos caminhos (como podem ver na foto anexa ao texto e no vídeo), o sal de uma qualidade superior (sim, provámos…) transformava a paisagem.
Por entre salinas e armazéns fomos encontrando várias placas descritivas da fauna e flora local.
O percurso com um grau de dificuldade baixo pode ser realizado por caminhantes de todas as idades.
Existem pequenos bancos de madeira estrategicamente colocados ao longo da rota para que os mais cansados relaxem um pouco e apreciem as vistas.
| Vídeo | Mapa | Informação geográfica |
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2 Respostas
Muito bom este percurso e pelo que reparei no vídeo, muito limpo e bem assinalado. Um bom local a visitar e aproveitar
Abraço
Colocado em July 16th, 2008 at 09:49
Parabéns, uma vez mais, pelo trabalho apresentado.
Esta promoção turística de forma directa, clara, apelativa e dinâmica, há muito que era necessária. Os vídeos são uma excelente aposta.
Esta é, também, a prova real de que mesmo sem recursos é possível fazer-se algo mais. Pode ser que outros sigam os bons exemplos.
“Não somos responsáveis apenas pelo que fazemos, mas também pelo que deixamos de fazer”.
(Molière, dramaturgo francês)
Colocado em July 31st, 2008 at 13:16
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